Vivo Direto traz qualidade, praticidade e economia na comunicação push to talk
jun 14th
A Vivo lança o Vivo Direto, serviço de comunicação Push To Talk (PTT), que traz de forma inovadora benefícios exclusivos para os seus clientes. Similar ao rádio em sua forma de comunicar e com conexão ilimitada entre os seus assinantes, esta é uma opção prática e econômica de contatar clientes, amigos e familiares em todo o país.
O Vivo Direto possibilita acionar contatos de forma mais ágil, pressionando apenas uma tecla, além de permitir a visualização prévia de disponibilidade da pessoa a ser chamada. O novo serviço conta, principalmente, com a qualidade de sinal e cobertura já oferecida aos mais de 62 milhões de clientes da operadora distribuídos nos mais de 3.661 municípios atendidos em todo o país.
Outra vantagem do Vivo Direto é que o cliente utiliza o mesmo número do seu telefone celular nas chamadas PTT; sendo assim, não é necessário ter números distintos para a comunicação direta e ligação tradicional. Paulo Cesar Teixeira, presidente da unidade de mercado individual da Vivo, entende que a possibilidade de comunicação direta permite maior e melhor alcance entre as comunidades do país. “O lançamento do PTT está ligado à nossa missão de promover a conexão de qualidade, por diversos meios, para todas as pessoas”.
No lançamento, os aparelhos compatíveis com o Vivo Direto são o Blackberry Curve 9300 e o Nokia 2710. Até o final de junho, em parceria com Alcatel, será disponibilizado o modelo OT900. No início do segundo semestre, o Vivo Direto contará com um portfólio de sete modelos de aparelhos e a venda do serviço estará disponível para todo o Brasil.
Para pessoa física, o Vivo Direto poderá ser adicionado ao plano pós-pago Vivo. Com o aparelho compatível, o PTT permite que o cliente tenha economia na hora de se comunicar.
Para maiores informações entre em contato pelo telefone 11 2227-8486 e agende uma visita com um de nossos consultores.
Vivo anuncia saída de Roberto Lima da presidência
mai 6th

A holding de telefonia móvel Vivo Participações anunciou nesta quarta-feira a saída de Roberto Oliveira Lima da presidência, após seis anos neste cargo. O executivo deve permanecer no cargo até o dia 30 de junho.
Em um curto comunicado, a diretoria afirma que Lima “levou a Vivo a consolidar a liderança no mercado brasileiro de telecomunicações, tornando-se e mantendo-se como referência no setor”. A decisão foi tomada devido a um novo direcionamento que a companhia tomara com a convergência de suas operações. Em seu lugar assumirá o espanhol Luiz Miguel Gilpérez que atualmente comanda o processo de incorporação entre as operações Telefônica e Vivo.
Gilpérez López, tem 48 anos, é o vice-presidente de negócios internacionais da Telefónia Móviles, divisão de telefonia celular do grupo espanhol. Ele também faz parte dos conselhos de administração da Medi Telecom e da Telefónica Móviles México
O executivo espanhol começou sua carreira em uma companhia de seguros, onde atuou durante seis anos. Ele ingressou na Telefônica em 1981 e hoje está particularmente envolvido nas atividades relacionados à telefonia móvel.
Formado em engenharia industrial, López tem pós-graduação em Business Administration e ocupou vários cargos na Telefónica Móviles, criada em 1993 pela corporação espanhola.
O Grupo telefônica pretende investir no Brasil até 2014 mais de R$ 20 bilhões.
Fontes: Folha de São Paulo, Estado de São Paulo e Computerworld
Matéria Editada por: Robson de Aguiar
Nos EUA, Android assume liderança de mercado
mar 4th

SÃO PAULO – Segundo dados publicados pela empresa Nielsen, o Android ultrapassou nos EUA o iOS, da Apple, e o BlackBerry, da RIM, assumindo o posto de sistema operacional mais utilizado no país. Com 29%, o SO do Google vê agora os concorrentes empatados com 27%.
Apesar da liderança, a Nielsen frisa que o Android atingiu os 29% por vender seu sistema em vários aparelhos de diversas empresas. A Apple e a RIM, por terem sistemas proprietários, continuam com 27% de market share cada, enquanto o Android se fragmenta em várias empresas — a HTC aparece em terceiro lugar, com 7% de aparelhos com Windows Mobile e 12% com Android.
Analisando apenas os números do Android, além dos 12% da HTC a fatia se divide em 10% para a Motorola e 5% para a Samsung, além de outras empresas. Recentemente, a consultoria Canalys afirmou que o sistema operacional do Google teria ultrapassado o Symbian como sistema mais popular do planeta, número contestado por outras empresas, como Gartner e IDC.
Fonte: Info Online
O iPhone paga a conta
mar 4th

SÃO PAULO – Antes mesmo de ser anunciado, o aplicativo da Cielo que transforma o iPhone, iPad ou iPod touch numa máquina para receber pagamentos com cartão de crédito recebeu mais de 1 600 downloads na App Store.
Após o anúncio oficial, no início de novembro, o programa foi baixado mais de 11 000 vezes em menos de um mês. O resultado foi suficiente para que Paulo Guzzo, de 41 anos, vice-presidente executivo de tecnologia e operações da Cielo, pudesse afirmar que o pagamento móvel virou realidade no Brasil – pelo menos tecnicamente. Para ele, o que falta é vencer a barreira cultural para que profissionais liberais e vendedores autônomos utilizem essa facilidade. Formado em direito e administração de empresas, Guzzo está no negócio de meios de pagamento há quase 20 anos. Começou na Tecban, e, em 1998, chegou à Cielo, que ainda se chamava Visanet. Em 2010, comandou a preparação da empresa para o fim do contrato de exclusividade entre a Visanet e a bandeira Visa. Veja o que Guzzo disse à INFO.
Quando os pagamentos via celular vão se tornar comuns?
Isso vai exigir uma mudança mais cultural do que tecnológica. Mesmo com uma base de quase 200 milhões de celulares no Brasil, só recentemente o uso de SMS se tornou relevante. Ou seja, o brasileiro médio ainda está aprendendo a usar o celular como dispositivo de interação. Imagine o que acontece quando dizemos que ele pode ser usado, também, para pagar uma conta e, mais que isso, para receber um pagamento. O celular pode ser explorado por profissionais que fazem vendas porta a porta, por exemplo. Mas o processo de aprendizagem não é trivial, por mais que pareça simples. Estamos falando de todo o Brasil – não apenas dos grandes centros.
Vocês pretendem desenvolver o aplicativo de pagamento para outras plataformas móveis?
Estamos preparando a versão para Android. Em breve, vamos ampliar a lista de bandeiras aceitas via smartphone, com a entrada da Elo e da Aura, além das que já são aceitas, como Visa, Mastercard e Amex.
O que a aquisição da M4U e a criação da joint venture com a Oi trouxeram para a Cielo?
Enquanto ainda éramos Visanet, fizemos mais de oito projetos piloto de solução de mobilidade para o mercado brasileiro. Queríamos usar o celular para pagamentos em serviços de entrega em domicílio. Esse segmento não é atendido pelas soluções convencionais. Com a aquisição da M4U, ganhamos conhecimento especializado sobre o uso dessas soluções móveis. Além disso, formando a joint venture com a Oi, vamos explorar melhor as oportunidades de mobilidade do país.
Em relação à segurança nas transações com cartões, qual é sua maior preocupação?
A indústria da fraude não para de evoluir. Antes, a grande preocupação era com a clonagem das tarjas magnéticas. Agora, nossa rede é 100% habilitada para aceitar cartões com chip. Mas existe uma brecha naqueles emissores que ainda não emitem esse tipo de cartão. Ainda hoje, quase 40% das vendas no Brasil são realizadas com cartão sem chip. Outra defesa que temos é um sistema neural de detecção de fraudes que foi desenvolvido junto com a Universidade do Conhecimento de Madri, o Lynx.
O que faz essa rede neural?
Ela aprende o comportamento de cada portador de cartão e armazena um perfil de consumo para ele. Por exemplo, se você tiver um perfil médio de transações em torno de 2 000 reais com compra de passagem aérea para o exterior a cada seis meses, mas não tiver perfil de compra em joalheria, e chegar uma autorização de compra de 5 000 reais em joias, mandamos uma mensagem de alerta para o banco. Com base em mais de 200 regras que avaliam cada transação, o sistema neural calcula a probabilidade de essa transação ser fraudulenta ou não. O banco pode negar a autorização ou enviar um código para o lojista solicitar documentos ao comprador, por exemplo.
Como foi preparar a casa para o fim da exclusividade, em 1º de julho?
A preparação para processar as bandeiras Mastercard e Amex, além da Visa, abrangeu muitos detalhes. Tivemos de adequar os dispositivos dos lojistas, os equipamentos das grandes redes, o sistema de processamento dessas transações e até a central de atendimento ao cliente. O mais complicado foi organizar essa mudança de forma acelerada, garantindo a disponibilidade dos serviços na data certa. Hoje, nossa rede tem 1,8 milhão de lojistas credenciados e cobre 98% do território nacional. Nosso parque de equipamentos tem idade média de 1 ano e 8 meses. Antes da mudança, a média era de 4 anos e 6 meses.
Como vocês mantiveram os sistemas funcionando durante as mudanças?
Temos uma capacidade de processamento de mais de 2 000 transações por segundo, distribuída em três data centers. Essa capacidade é três vezes superior a tudo o que é processado hoje. No Natal de 2009, por exemplo, o pico foi de quase 700 transações por segundo. Isso quer dizer que, se eu perdesse um data center inteiro, se ele caísse ou explodisse, conseguiria processar todo o movimento nos outros dois e ainda teria folga.
E você, está sempre disponível para a empresa?
Fico disponível 100% do tempo. Atendo meu smartphone a qualquer hora do dia ou da noite, pois sou responsável pelas áreas de operações e TI aqui dentro, com 380 pessoas. É obrigação de quem está nessa indústria e nessa posição.
Fonte: Info Online
NTT DoCoMo tem Android mais fino do mundo
mar 2nd
A japonesa NTT DoCoMo apareceu aqui por esses dias com uma tela 3D diferente. Agora ela volta ao blog alegando que distribuirá o mais fino smartphone com Android do mundo, o Medias N-04C, tem apenas 7,7 milímetros de espessura e 105 gramas.
O aparelho vem com a versão Froyo do Android com suporte a Flash 10.1. Sua tela é de LCD com revestimento em Gorilla Glass, 4 polegadas e resolução de 854 x 480 pixels.
O N-04C tem processador de 800 MHz. Sua memória RAM não foi divulgada, mas o armazenamento fica por conta de um slot para cartões microSDHC de até 32 GB. A câmera traseira tem 5,1 megapixels de resolução e o aparelho se conecta à rede Wi-Fi. Ele também tem sintonizadores de GPS e TV no padrão 1Seg.
O smartphone estará disponível no Japão a partir de 15 de março, mas ainda não há preço sugerido
Fonte: Info Online
Guia de compras para smartphones
mar 2nd

Escolher seu celular atualmente não é das tarefas mais fáceis. A grande quantidade de aparelhos, funcionalidades e a enxurrada de planos, tarifas e opções geram uma confusão sem tamanho na cabeça de qualquer um. Sem falar nas longas e intermináveis filas de espera para ser atendido em uma loja.
Mas, como brasileiro adora celular, enfrentamos todos esses demônios. Hoje os dispositivos móveis se dividem em celulares e smartphones. Um smartphone é um celular com capacidades ampliadas, como GPS, conectividade 3G, poder de processamento, espaço de armazenamento, Wi-Fi, Bluetooth, compatibilidade com pacote Office, PDF, vários formatos de mídia, etc.
O comportamento de compra desses produtos já se parece muito com o de um computador. A maioria dos usuários que os procura já está ciente de grande parte de sua capacidade e interessado nos novos recursos.
Para facilitar, dividimos esse guia de compras em perguntas fundamentais. São elas:
Do que eu preciso? O que eu quero?
Esse é normalmente o ponto de partida para a compra de qualquer coisa. Com um smartphone não deve ser diferente. Normalmente o cliente busca um aparelho para substituir seu antigo, algo que possa ajudar no dia a dia, no trabalho e também a matar o tempo.
A maioria dos smartphones vai oferecer comodidades padrão, como GPS, Wi-Fi, Bluetooth e entrada para cartões microSD, o que ajuda a expandir a memória e carregar uma porção grande de vídeos, músicas, etc.
Grande parte dos aparelhos acompanha a tendência das telas sensíveis ao toque, abandonando os teclados QWERTY (mais próximos a o de um computador) físicos. Mas, com uma garimpada leve, ainda é possível encontrar modelos com touchscreen e as boas e velhas “teclinhas”. O teclado físico é uma ferramenta fundamental para quem utiliza muito o aparelho para mandar e-mails, alterar arquivos de Word e PowerPoint, etc.
Resistivo vs. Capacitivo
Há dois tipos de telas sensíveis ao toque: as resistivas, que requerem a pressão para executar as ações, e as capacitivas, que basta o encostar dos dedos para que tudo funcione. A maioria dos aparelhos, buscando uma melhor resposta, qualidade de imagem, etc, recorrem às telas capacitivas (como do iPhone e Galaxy S). A fluidez delas é muito superior. Mas as irmãs resistivas podem encontrar seu público. Para as mulheres que gostam de manter suas longas unhas, as telas capacitivas e a ausência de um teclado físico podem ser frustrantes.
Sistema operacional, o que é isso?
Todo dispositivo móvel, assim como um computador, possui um sistema operacional. É ele que gerencia todas as ações e recursos do aparelho. Nos celulares, os sistemas desenvolvidos não são levados em conta por serem proprietários e não oferecerem muitos recursos.
Nos smartphones o cenário é outro. Com paixões e muitas vezes nervos à flor da pele, os aparelhos se dividem entre Android (do Google), iOS (Apple), BlackBerry e Symbian, que logo mais será substituído pelo Windows Phone 7. Cada um deles tem algo diferente a oferecer, principalmente relacionado à interface, ou seja, a maneira como o usuário interage com o aparelho.
> Compare os recursos do Android 2.3 e do iOS 4.2
Os pontos comuns à todos são as lojas de aplicativos, que oferecem programas pagos e gratuitos para adicionar recursos poderosos ao aparelho, como navegadores de GPS mais eficientes, clientes para redes sociais (como Twitter e Facebook), etc.
O sistema do Google conta com a Android Market e seus 100 mil aplicativos, enquanto a Apple exibe seus 300 mil na App Store. Mas não se engane, muito do que ali está é inútil, para não classificar como lixo. Mas há muita coisa boa e gratuita nas duas lojas. Os melhores aplicativos geralmente são desenvolvidos para as duas plataformas, já que elas são as mais importantes e em constante crescimento ao redor do mundo. O Windows Phone 7 conta com o Marketplace e pode aparecer como um forte competidor para iOS e Android.
Dois Androids podem ser diferentes?
Sim. Isso acontece pelo fato de cada fabricante oferecer versões customizadas do sistema operacional, adicionando recursos, apps pré-instaladas, atalhos e visuais chamativos. A Motorola é a empresa que mantém o Android mais parecido com sua “cara” original.
Um ponto importante que o usuário deve levar em conta: os fabricantes são responsáveis palas atualizações de sistema. Essa característica pode gerar certos conflitos. Com o passar das versões, as mais desatualizadas deixam de contar com novos aplicativos que são lançados. Se você tem um celular com Android 1.5, por exemplo, não poderá usufruir nem de aplicativos desenvolvidos pelo próprio Google, como o novo Google Maps.
A versão atual do Android é a 2.3 (Gingerbread), mas a maioria dos aparelhos, principalmente os vendidos atualmente no Brasil, contam com a 2.2 (Froyo). Procure saber se a empresa tem uma boa política de atualização para o aparelho que pretende comprar.
Qual deve ser a configuração?
Conectividade 3G, Wi-Fi, GPS e Bluetooth são fundamentais para um smartphone, desde o mais barato ao topo de linha. Entrada para cartões microSD: esse é outro recurso importante, já que a memória interna dos aparelhos varia muito. Uma câmera mediana, que filme em 720p e tenha o mínimo de ajustes também é fundamental.
Aqui vale a dica de sempre. Pesquise muito, dedique um tempo a ver de perto os aparelhos funcionando nas lojas, consulte nosso canal de Reviews, converse com outros proprietários e fique de olho em qual sistema mais lhe agrada.
Procure os melhores preços, planos de dados e descontos de outras operadoras. Os preços dos smartphones caem bastante na portabilidade e quando atrelados a pacotes.
Fonte: Info Online
Fujitsu estreia seu tablet na CeBIT
mar 2nd
O híbrido Lifebook foi um ensaio para a Fujitsu lançar, finalmente, seu próprio tablet. O Stylistic Q550 foi anunciado hoje logo no início da CeBIT, feira de eletrônicos alemã que vai até 5 de março.
O tablet vem com tela de 10,1 polegadas sensível a multitoque com resolução de 1280 x 800 pixels e tecnologia IPS, que permite um maior ângulo lateral de visualização. Ele roda Windows 7 Home Premium em um processador Intel Atom Oak Trail, acompanhado de memória RAM de 2 GB e de um SSD de 30 GB.
O tablet tem 3G opcional, com o chipset Gobi 3G. Segundo a fabricante, ele pode realizar downloads em até 14,4 Mbps e uploads em até 5,76 Mbps. Wi-Fi e Bluetooth são outras interfaces disponíveis, assim como entrada para cartões SD e porta de áudio analógica.
O Stylistic custará o equivalente a 967 dólares, segundo a Fujitsu. Mais detalhes sobre ele, como data e locais de lançamento, serão revelados durante a CeBIT.
Fonte: Info Online
Motorola Xoom Wi-Fi tem preço revelado
mar 2nd
Depois que circularam algumas informações sobre o preço de venda do tablet da Motorola, o Xoom, ao que tudo indica, o valor final da versão contando apenas com Wi-Fi acabou sendo revelado em pré-venda em um site britânico.
A quantia para a compra era de 449,90 libras esterlinas, o que faz com o que o preço convertido fique algo em torno de 730 dólares. Se comparado com os preços do iPad, em libras, o Xoom ainda sai com uma vantagem, mas nada de muito significativo. A versão de 32 GB do iPad só com Wi-Fi custa 510 libras no site oficial da Apple, o que deixa o tablet da Motorola com 60 libras a menos.
O Motorola Xoom Wi-Fi conta com as mesmas especificações do aparelho completo, deixando de lado apenas a conexão via 3G. Tela com 10,1 polegadas, caixas de som estéreo e Android 3.0 são algumas das especificações do tablet.
Fonte: Info Online
Primeiras impressões do Android 3.0 Honeycomb
mar 2nd

Após usar o Android 2.2 Froyo no Samsung Galaxy Tab, a nova versão do sistema operacional do Google – Android 3.0 Honeycomb – no MotorolaXoom me abriu os olhos. Onde o Froyo, no tablet, parece com um telefone glorificado, o Honeycomb no Xoom parece mais com um sistema operacional completo para um tablet.
Quer ficar por dentro de tudo o que acontece na comunidade de TI e telecom? Assine a nossa newsletter gratuitamente e receba, todos os dias, os destaques em sua caixa de e-mail Ele oferece cinco telas iniciais customizadas que podem ser acessadas deslizando para a esquerda ou direita. Fora da home, alguns desses painéis de entrada são cheios com atalhos e widgets, mas eles podem ser movidos ou deletados. O design dessas homepages se parece muito mais com um tablet do que o disponível no Galaxy Tab.
A tela de entrada central oferece um número de novos elementos de controle. A notificação drop-down foi cancelada, os controles do celular se foram e tudo foi movido para as barras no topo ou na parte de baixo da tela.
Na barra de baixo está a maioria dos controles e ela continua ativa mesmo quando se tem aplicativos abertos e rodando. Na esquerda, três botões de software permitem ao usuário voltar uma tela, acessar a de entrada ou abrir uma nova barra de multitarefa. A barra de multitarefa aparece do lado esquerdo da tela e mostra os últimos cinco aplicativos que o usuário acessou. Para usá-los novamente, basta pressionar.
O lado direito da barra é onde fica o relógio e outras notificações. Alertas de aplicativos, novos alertas de mensagens e todas as configurações são acessadas a partir de então. Não é exatamente fácil de usar e leva alguns a erros e acertos no estilo da navegação para descobrir como operar esse conjunto de ferramentas de controle.
No canto direito superior da tela, há uma ferramenta drop-down que lhe permite acessar algumas das opções para qualquer aplicativo ou atividade na tela. Isso substitui a função do menu que está disponível na versão para smartphones Android, mas não é tão abrangente (ou funcional).
Em termos de utilização do sistema operacional para movimentar e executar tarefas, ele é razoavelmente bom. Notei muita tensão, quedas de aplicativos e movimentos espasmódicos do software. Parecia que ainda não havia sido otimizado. O Android Market está incluído, mas não há quase nenhum aplicativo disponível que funcione com o Honeycomb.
O navegador oferece alguns confortos que o Safari do iPad não tem (guias reais, por exemplo), mas é frustrante por várias razões. Primeiro, os desenvolvedores de rede não tiveram tempo para descobrir como lidar com as solicitações de entrada para o Honeycomb. O resultado é que a maioria das páginas da Web mostradas no Honeycomb são as versões otimizadas de dispositivos móveis desses aplicativos em vez de versões de desktop. O navegador também não tem o Flash, então vídeos incorporados não rodam.
Após brincar com o Honeycomb por alguns dias, minha impressão geral é que ele está em um estado beta 0,9. Não está 100% pronto, mas está perto. Realmente espero que o Google ofereça atualizações (espero que em um futuro próximo) que resolva os problemas que notei enquanto o feedback dos usuários começarem a chegar.
Fonte: IT Web







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